activismo

A Proibição da Tortura e a Luta contra o Terror no Estado de Direito

retrato de ACED
2006-10-13 09:00
Etc/GMT

Realizar-se-á, em Berlim, 13 e 14 de Outubro 2006, uma conferência internacional para lutar pela abolição da tortura, quando em Junho último entrou em vigor o Protocolo Adicional à Convenção contra a Tortura, tratamentos degradantes e desumanos promovido pela ONU.

As línguas oficiais são o alemão e o inglês. Caso existam interessados portugueses em número que justifique, a organização disponibilizará tradução para português. Concentração das inscrições para antonio.dores@iscte.pt até Julho.

Segue o programa em inglês:

The prohibition of torture and the „war on terror” – being deprived of rights in a state com-mitted to the rule of law

Em Berlim, na Alemanha,
Berlin House of Representatives

ACED – Segunda, 2006 – 07 – 10 11:04

Parabéns à luta pelas liberdades cívicas na Europa

retrato de ACED

"As liberdades cívicas e a democracia estão a ser atacadas como nunca. Isso pede uma resposta colectiva para contrariar tais ameaças, que nunca foram tão grandes."
Da declaração de intenções da ECLN

A Rede Europeia para as Liberdades Cívicas fez seis meses de actividade sediada na Internet, http://www.ecln.org/. Reúne actualmente 46 organizações de dez países europeus e conta com duas organizações norte-americanas na qualidade de observadoras. Informações sobre os princípios e objectivos da rede, bem como dos seus participantes singulares e colectivos, produção e circulação de notícias, acolhimento de novos membros da rede, documentos e publicações, apelos à participação em eventos de activismo e de reflexão, uma lista de ligações a organizações que partilham dos mesmos objectivos, são algumas das facilidades disponíveis.

ACED – Sábado, 2006 – 04 – 29 11:36

ACED toma posição sobre anúncio de venda de terrenos das prisões

retrato de ACED

A Direcção da ACED entende que a política que está por detrás do anúncio público da venda dos terrenos das prisões não promove o Estado de Direito nem a Justiça em Portugal. Leia os argumentos de seguida.

Os negócios das prisões

Passa-se com a PJ o mesmo tipo de jogo que se passa com as prisões. Ainda recentemente o Provedor de Justiça manifestou publicamente a sua irritação perante os dez anos de políticas prisionais inconsequentes relativamente aos desígnios legais prescritos (prioridade à reintegração social) e aos discursos políticos (humanistas). Mas, na prática, no fundamental – disse – estamos na mesma. Também na PJ é preciso mais operacionalidade. Mas nada parece tão importante como a dança das cadeiras e as declarações de intenções em que ninguém acredita, a não ser aqueles que se dedicam a sério às suas obrigações, antes de serem afastados por se dedicarem demais e estarem a apresentar resultados. Mas tal como na PJ, para bem da nossa dignidade, e ao contrário do que acontece com o futebol, o “sistema” tem de ser derrotado. A justiça terá de ser igual para todos, sob pena de o Estado de Direito ser uma inexistência.

ACED – Segunda, 2006 – 04 – 24 17:17

Luta de presos em Vale de Judeus

retrato de ACED

Desde o mês de Fevereiro de 2006, quando acabaram a obras de renovação das celas da prisão de Vale de Judeus que não tinham sanitários, onde se vivia com o impropriamente chamado balde higiénico, os presos descobriram que as celas foram renovadas sem condições de habitabilidade. António Palma recusou-se a ser fechado numa cela contra as regras que o direito internacional considera mínimas. Tendo sido forçado a tal, alegadamente através de força desproprocionada, entrou em greve de fome, interrompida durante uma estadia no Hospital Prisional, quando imaginou que as autoridades tinham caído na razão.

ACED – Sábado, 2006 – 04 – 01 11:40

Activistas humanitários em maiores riscos

retrato de ACED

Teresa Chopin é uma portuguesa da diáspora cujo filho, o jovem tunisino Omar Chendli, foi arbitrariamente preso pelas autoridades tunisinas, juntamente com um grupo de amigos cibernautas. A causa atraiu a atenção da Amnistia Internacional e da Organização Mundial contra a Tortura, entre outras organizações e que, ao fim de 3 anos de cativeiro e de um processo jurídico de critérios duvidosos, o presidente tunisino tivesse decretado a libertação dos jovens. Porém, não apenas os recém-libertados foram imediatamente condenados pela polícia a não sair da sua localidade de residência - através da obrigação de passarem diariamente pelo posto de polícia local - como Mohamed Abbou, um dos seus advogados e destacado activista dos direitos humanos na Tunísia, nomeadamente como denunciante das condições inadequadas e irregulares de encarceramento, foi preso para tirar desforço.

ACED – Sábado, 2006 – 04 – 01 11:27
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